Pessoas abusivas são essencialmente egocêntricas...e covardes.
Tudo é sobre - eu quero, eu mando, eu posso, eu é que decido. eu é que sei.
Depois covardes...porque os outros é que não prestam, não sabem ou estão parvos ou é que os fizeram agir desta ou daquela maneira, nunca se responsabilizam pelos seus actos.
Pior.
Têm sempre quem passe a mão pelo lombo e resolvam as merdas deles.
Manipuladores natos.
Chegam a ficar doentes. Caiem. Vão ao fundo do poço. A malta levanta-os. (As vitimas ainda têm essa força...e a consequente ingenuidade) e eles cospem na mão que os levantou.
Se ficamos à espera desse reconhecimento. É para esquecer. Não reconhecem como ainda dizem que se levantaram por que quiseram.
Nós temos de esquecer estas pessoas.
Encontrar o nosso ritmo, levantar a nossa moral e seguir...seguir em frente sem olhar para trás sem nunca mais olhar para trás.
Eu mantenho-me perto dele. Sou obrigada a viver numa outra casa , ter despesas acrescidas?
Então volta menos volta como da sua comida, daquilo que está na casa dele e não abdico da parte da responsabilidade de pai...era o que mais faltava. Ainda ficar livre das responsabilidades.
Como funcionamos?
Como pais das filhas e vizinhos.
Relacionamento?
Nope. Se tem esperança...nem questiono.
Mantém o comportamento abusivo? Sim e mais agressivo. Mas já não sinto nada. Esperneie à vontade. Viro costas e saio porta fora. Fale sozinho.
Serei livre? Ainda não.
Falta-me uma filha devidamente encaminhada.
Depois sim...serei livre.
Estou a perder minutos de vida?
Já não.
Estarei também a entrar no mundo egocêntrismo? Até pode parecer. Mas não. Estou a defender os interesses das minhas filhas até ao momento justo. Mais do que isso nem elas querem e eu muito menos.
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